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Quinta-feira, Novembro 25, 2010

Nesse post... vou omitir informações, ok


E então, fui a São Paulo capital.. fiquei + ou - um mês por lá era tempo de copa do mundo e tals. O objetivo principal da minha ida pra lá era.. primeiro encontrar um emprego legal, já que todo mundo imagina que São Paulo seja a terra das oportunidades e que é só chegar lá que você consegue um bom emprego e tudo que vem em consequência disso e segundo, é claro, mulheres.. pra falar bem a verdade era praticamente só isso que eu pensava nessa idade. É bem claro pra mim hoje, com 28 anos, que naquela época eu não queria saber de nada a não ser... garotas, beijar e transar. Sério! Disso não dá pra ter vergonha ou esconder. Falo com alunos(as) e ex-alunos(as), amigos(as) que estão nessa fase, que não é o feio ter desejo e querer "praticar" o maior número de vezes, claro que isso com responsabilidade, camisinha e sem sair perdendo o respeito por aí.

E chegando lá, nos primeiros dias principalmente eu estava na "pilha", na vontade, na estiga.. de arrumar mesmo um emprego e me instalar permanentemente por lá, mas a verdade é que como na casa onde eu fiquei eles tinham um padrão de vida MUITO superior ao que eu estava acostumado e mesmo eu tendo saido pra procurar emprego lá e ter recebido meus primeiros nãos, fui ficando desanimado e também acomodado. Também, imagina.. era praticamente churrasco todos os dias, cervejada, todos os dias, e liberdade total para dormir e acordar tarde, beber e pasmem, fumar.. até isso eu fiz muito nessa minha estadia por lá. Nada que me tornasse um viciado em cigarro ou em alcool.
E assim foram-se passando os dias por lá, e com o primeiro objetivo ficando de lado, passei a investir no segundo... mulheres... Desde pequeno fui incentivado a olhar pra minha prima com outros olhos. Quando era mais novo e recebia visitas dela meu irmão mais velho dizia: "A Bruna é sua namorada e a Tati é minha!".. mas isso eu tinha uns 6 anos ... por aí. Então isso acabou ficando na minha cabeça e acho que na dela também, por que acabei recebendo umas indiretas. Agora se ficamos ou não, não sei... se aquilo foi ficar. Contar o que aconteceu? Sei lá.. também vou deixar isso pra um outro momento. De repente se um dia eu ter contato com ela novamente e ela "autorizar" a contar como tudo aconteceu.. eu conte.

Ta tarde..
vou me embora.
até a próxima.
Clérice

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